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FEV
25
25 FEV 2015
Combate à dengue: Prefeitura solicita apoio do Governo Estadual e Ministério da Saúde
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Na semana passada uma equipe do Governo do Estado de São Paulo – via Sucen (Superintendência de Controle de Endemias) – e do Ministério da Saúde estiveram em Penápolis, atendendo ao convite do prefeito municipal Célio de Oliveira, para ouvir as solicitações que o município tem a fazer no sentido de obter reforço nas ações de combate à dengue.

Além do próprio prefeito, integrantes da equipe da Secretaria Municipal de Saúde também se reuniram com os técnicos, entre eles o secretário titular da pasta, Alex Marques Cruz, e o chefe do Serviço de Vigilância Epidemiológica e Sanitária, Wlademir Marangoni Filho.

A Prefeitura Municipal reiterou vários pedidos de apoio às duas esferas de governo representadas na ocasião. Um deles é referente ao uso do caminhão “fumacê”. Sabe-se que o mesmo não é mais recomendado pela Sucen (que é o único órgão governamental que tem poder de efetuar este tipo de aplicação de veneno), entretanto o prefeito Célio de Oliveira vem tentando obter esta ação para a cidade, principalmente como forma de atender aos anseios da comunidade, que almeja o procedimento.

“Estamos tentando viabilizar a vinda de um veículo fumacê, porém nos foi informado, através da diretora da Sucen-Araçatuba, Clélia Martinelli, que o Governo de São Paulo possui apenas 10 viaturas deste tipo para atender os 645 municípios do Estado”, contou o prefeito.

“Independente de obtermos uma resposta positiva até o momento, continuaremos reivindicando”, afirmou.

 

Resposta

Recentemente, em resposta às indagações da comunidade sobre o uso de veículos “fumacê” para combater o mosquito transmissor da dengue, a diretora da Sucen-Araçatuba, Clélia Moreira Martinelli, explicou que o método não é mais recomendado há alguns anos pela Secretaria de Estado da Saúde. Segundo Clélia, a utilização de carros para pulverização do veneno nos bairros com bastante frequência pode resultar em um efeito inverso. “Em vez de eliminar o mosquito, pode contribuir para que ele fique resistente à ação do inseticida, tornando ainda mais difícil o combate aos vetores da doença”, esclareceu.

A diretora da Sucen ainda comentou que um outro fator deve ser considerado no uso do “fumacê”, como por exemplo o risco potencial à saúde humana, por ser um inseticida químico e causar alergias e problemas respiratórios.

“Diversos laboratórios estudaram a eficiência do veneno neste método de combate à dengue, e as avaliações mostraram que ela é quase nula. Podemos matar hoje o mosquito que está voando, entretanto se persistirem os criadouros, os ovos do inseto continuarão encontrando ambiente propício para o desenvolvimento”, enfatizou a diretora.

“Portanto não há nada mais eficiente para a eliminação da dengue do que a ausência de criadouro com água parada. A postura dos ovos pela fêmea do Aedes Aegypti ocorre nestes locais”, afirmou ela.

 

Outras Solicitações

Além da autorização para uso do fumacê na cidade, a Prefeitura de Penápolis também pediu ao Governo do Estado e ao Ministério da Saúde ajuda para melhorar os estoques de suprimentos, como por exemplo frascos de soro para hidratação, seringas, agulhas, medicamentos, entre outros. Solicitou ainda o envio de mais médicos para ampliar o atendimento nas unidades e mais um trio de pulverização para aumentar também a capacidade de cobertura da cidade.

Durante a reunião, os representantes do Estado e da União não confirmaram o atendimento às solicitações, acenando que as mesmas serão analisadas.

“Estamos tentando ao máximo, da forma que nos é possível, resolver os problemas que a comunidade enfrenta perante à epidemia de dengue; tomando as medidas que vem sendo tomadas, buscando apoio dos demais entes da federação, enfim, continuaremos lutando. E ao mesmo tempo pedimos à população que continue firme na tarefa de excluir criadouros do mosquito transmissor da doença”, concluiu Célio.

 

Secom – PMP

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