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Terça-feira, 02 de Junho de 2020

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Prefeitura de Penápolis
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Turismo

Histórico

A ORIGEM
Historicamente, a ocupação do “sertão desconhecido”, que figurava nos mapas brasileiros e que correspondia à atual Região Noroeste, se deu no período de 1.842 a 1.870, com a colonização das margens direita e esquerda do Salto do Avanhandava e a formação do primeiro núcleo residencial da região.

FUNDAÇÃO DO POVOADO
O povoamento desta região está estritamente vinculado à implantação definitiva da Estrada de Ferro Noroeste do Brasil, que provocou e assegurou a posse colonizadora das terras do sertão, até então ocupadas pelos Índios Kaingangues. O povoado de Nosso Senhor dos Passos iniciou-se em 1.842, com a doação de 100 alqueires da fazenda José Pinto Caldeira, localizando-se metade de cada lado do ribeirão Lajeado. A partir de 1880, com o aumento do volume do comércio de café às exigências do mercado externo e também interno e as constantes descobertas das potencialidades das terras do oeste paulista, outras frentes pioneiras invadem o território e a ocupação sistemática finalmente se instaura como empreendimento econômico motivado pelo café e outros implementos capitalistas, provocando radical transformação sócio econômico na região que, a partir dessa época, passa a experimentar notável desenvolvimento e progresso. Em 25 de outubro de 1908, foi criado o PATRIMÔNIO DE SANTA CRUZ DO AVANHANDAVA, com a tomada de posse pelo frei Bernardino de Lavale, da Congregação dos Frades Capuchinhos, de terras doadas para a criação da cidade por Eduardo de Castilho.

CRIAÇÃO DO DISTRITO
Em 17 de novembro de 1909, foi criado o Distrito de Paz de Penápolis em homenagem ao Dr. Afonso Augusto Moreira Penna, Presidente da República, falecido neste ano. O Distrito pertencia ao município e comarca de São José do Rio Preto e era uma Vila progressista, já incorporada ao ciclo do café. Com o processo de interiorização da ocupação paulista, muitas famílias foram em busca de novas terras e oportunidades, trazendo o “progresso” à região.

CRIAÇÃO E EMANCIPAÇÃO DO MUNICÍPIO
Em 22 de dezembro de 1913, através do Decreto Lei Estadual nº 1397, o Distrito de Paz, foi elevado à categoria de Município, desmembrado do município de Penápolis. Em 10 de outubro de 1917, através da Lei nº 1557, o município de Penápolis foi elevado à categoria de Comarca, como uma das maiores da Região.

PENÁPOLIS - TERRA DE MARIA CHICA
Alexandre Ferreira de Souza, seus irmãos Joaquim e Manoel, e Maria Francisca do Carmo, depois “Maria Chica”, apossaram-se de uma área de terras devolutas (desocupado/desabitadas/vagas), construindo a sede às margens do atual Córrego Maria Chica, abaixo do desaguadouro, do Córrego do Curtume (Ipiranga). Esta propriedade recebeu o nome de Fazenda Boa Vista do Lageado. Consta que, junto à sede instalaram um venda de mercadorias essenciais, para a época tais como: armas, faca e facões, sal para o gado (grosso) e para a cozinha (fino), açúcar, fumo, calçados, tecidos, querosene, lampiões, arreios, carne seca, farinha, feijão. Alexandre instalou sua habitação defronte onde mais tarde seria a antiga Estação da Estrada de Ferro. Do casamento de Maria Chica com Alexandre Ferreira de Souza, nasceram-lhes os filhos: Francisco (Chico) Tristão (era surdo) Inácio Joaquim Justina Beatriz Esmeralda Maria Sinhana (Ana) Emília e Rita. Alexandre, segundo consta, morre em 1872, inesperadamente, durante uma viagem em um lugar denominado Rancho Queimado. Não se sabe com que idade e qual a causa morte presume-se que de Malária. A localidade Rancho Queimado ficava na margem direita do Tietê. Em 1872, Maria Chica, viúva, estaria com31 anos de idade e tivera 12 (doze) filhos, um do primeiro casamento e onze com Alexandre. Maria Francisca (Maria Chica) passou a administrar a enorme área de terras deixada pelo marido, Fazenda Boa Vista do Lageado, que se estendia desde o atual Córrego “Molha Bunda” (este nome foi dado em 1905), até à margem esquerda do atual Córrego Maria Chica. No ano de 1886, durante o massacre dos Índios Kaingangues, Maria Chica, sentindo-se também ameaçada, transfere-se com seus filhos, na ocasião seis, para o outro lado do Salto (Tietê), pela Região de Borborema e Ubarana. Segundo os dados disponíveis, Maria Francisca, teria falecido pelo ano de 1901, com cerca de 60 anos, jamais tendo voltado aos Campos do Avanhandava, que um dia seria conhecido como as Terras de Maria Chica. Pelo ano de 1905, os herdeiros de Maria Chica, venderam as posses de seus pais para Fernando Ribeiro Paes de Barros, Eduardo José de Castilho e Manoel Bento da Cruz. Por essa época, começo do século XX, o nome de “Maria Chica”, firmou-se, sendo que na verdade, naqueles tempos era comum referir-se a um lugar designando-se pelo nome de um proprietário ou rio. Originariamente, aquele pequeno córrego que banhava sua propriedade, era conhecido como “Córrego da Maria Chica”, mais tarde e até nossos dias, toda a região passou a ser conhecida como “TERRAS DE MARIA CHICA”. O tempo se encarregou de turvar datas e fatos, sobre esta mulher pioneira, onde como ela participou centenas de outras, em tempos bravos, tempos duros, tempos de pioneiros, malária, índios... Tempos onde sobreviviam os mais fortes, tempo da gênese penapolense, Maria Francisca do Carmo – “Maria Chica” – ficou como marco histórico da mulher pioneira, companheira, lado a lado e sucessora do homem pioneiro.

AGORA, FAÇAMOS UM PASSEIO SAUDOSO PELAS RUAS DE PENÁPOLIS, COMO ERA EM 1917
Tomemos como ponto de referência o Santuário “São Francisco de Assis”, situado com a frente para a Avenida Luís Osório, cujo terreno, então, confrontava do lado esquerdo de quem subia a Rua Indiana, ex-Barão do Rio Branco, atual Dr. Ramalho Franco. Seguia em paralela a essa rua, a Anchieta, depois, sucessivamente, Rua Araçatuba (atual, Siqueira Campos), Rua Aracanguá (atual 15 de novembro), Rua Anhangaí (atual, 13 de maio), Rua Birigui, ex-7 de Setembro, atual Giácomo Paro, Rua Itapura, ex-Manuel G. Foz, atual Tiradentes. Do lado direito da Igreja também paralelamente: Rua dos Bandeirantes, ex-rua Bandeirantes, Rua Dr. Elísio (hoje Rua Brasil), Rua Fernando Ribeiro de Barros ex Rua Aguapeí, ex Avenida Brasil e atual Rua Augusto Pereira de Morais. A Rua São Francisco sempre teve a mesma denominação e começa na Avenida Luís Osório, em frente do Santuário de São Francisco e termina na Avenida na Rui Barbosa. Comecemos, em seguida, subindo as travessas dessas ruas que mencionamos a partir da antiga Avenida Avanhandava, atual Adolfo Hecht, pois naquele tempo não existiam as ruas do Bairro de Fátima. Mas, prosseguindo em nosso passeio sentimental, subindo, encontramos as Avenidas: da Estação, atual Rui Barbosa, depois a Avenida Bento da Cruz, a Av. Central, atual Luís Osório, Avenida Olsen, atual expedicionário Diogo Garcia Martins, Avenida Urutágua, atual Dr. Antônio Define e finalmente a Avenida Eduardo de Castilho, havendo somente o traçado nessa planta, porém sem denominação, das Avenidas Dr. Cunha Cintra e Olsen. Havia, então, uma faixa de terreno baldio que se prolongava dos fundos do convento dos frades até os terrenos da Santa Casa, a qual, só foi iniciada em 16 de setembro de 1919, confrontando a referida faixa com as atuais ruas: Dr. Ramalho Franco de um lado e do outro com a dos Bandeirantes. Nesse terreno mais tarde foram traçadas as ruas atuais. A praça Dr. Carlos Sampaio filho se chamou: Praça dos Capuchinhos, onde hoje está o jardim e o edifício do I.E.E. “Dr. Carlos Sampaio Filho”. Também no mesmo terreno estão os prédios do Fórum, “Cine São Joaquim”, organização Cultural Escolas Reunidas, condomínio “Adília”, na Avenida Eduardo de Castilho e subindo mais dois quarteirões está o Educandário “Coração de Maria”. Era este em 1917, o panorama da Cidade Princesa que apresenta a planta levantada pelo Sr. Adolfo Hecth, através da qual foi possível realizar este passeio terno. No inicio do século XX com a descoberta e o uso da imprensa, os comerciantes começaram a utilizar este novo método de mídia. Passou-se a usar a Mídia Impressa para divulgar suas empresas e produtos através de jornais, revistas, folhetos etc... Destacamos nas imagens ao lado, sete anúncios veiculados nos anos de 1920 e 1930 pelos comerciantes da cidade de Penápolis.
Fonte: Informações fornecidas por Orentino Martins.
Gentílico: Penapolense

CENTENÁRIO DOS CAPUCHINHOS
NA REGIÃO NOROESTE DO ESTADO DE SÃO PAULO
Os primeiros Freis Capuchinhos vieram de Trento (Itália) para São Paulo tendo como destino a cidade de Piracicaba, quando chegaram no dia 16 de abril de 1890. Em 1896 fundaram em Taubaté um Colégio e Seminário, e partiam em missões para os Campos Novos do Paranapanema. A presença deles em Penápolis remonta ao ano de 1906. No ano anterior tivera início, em Bauru, a construção da Estrada de Ferro Noroeste. As terras e campos localizados depois de Bauru constituíam o que chamavam de “zona desconhecida e habitada por índios”. Nos dias 27, 28 e 30 de novembro de 1906, Frei Boaventura de Aldeno celebrava missas em “terras do Avanhandava”. Esse frei deixou documentos escritos sobre seu trabalho na região noroeste são de grande valia para conhecermos a história desta parte do Estado. Segundo seu relato, no dia 9 de outubro 1906, ele partiu de São Paulo para visitar as vastas regiões entre os Rios: Grande, Paraná e Tietê, pertencentes à Paróquia de São José do Rio Preto. Ali chegou no dia 17de outubro, hospedando-se na casa do pároco Padre Antônio Purita. Depois deixando Rio Preto, visitou os povoados de Jataí, “no caminho que leva ao porto Taboado”, Santa Bárbara, Bom Sucesso, Virador, São Jerônimo e o Salto do Avanhandava.
Diz ele:
“Atravessei o Tietê numa canoa pouco segura e, acompanhado de várias pessoas cheguei a um lugar chamado Lajeado, situado a 13 quilômetros da margem esquerda do rio, onde encontrei para minha sorte quatro famílias que ali haviam chegado há pouco. O lugar era perigosíssimo pelas “correrias” de selvagens. Basta dizer que poucos dias antes, haviam assassinado barbaramente três pobres lavradores das vizinhanças. Porém, tirando o perigo, tudo era belo e não apresentava inconveniente algum: ar balsâmico, embora em zona tórrida 21,22 graus de latitude sul água excelente, solo fecundo e enfim, a Estrada de Ferro Noroeste do Brasil, que se aproximava a passos de gigante, e com ela, muitas famílias de diversas nacionalidades, que viriam à procura de meios de vida, como mais tarde se verificou...”. Tempos depois Frei Boaventura voltou para São Paulo, ali chegando no dia 16 de dezembro. Entre as famílias citadas estavam as de Fernando Paes de Barros e de João de Castilho. O Frei Bernardino de Lavalle, acompanhado de Frei José de Cassana, partiu de São Paulo no dia 10 de dezembro de 1907 para visitar essa região. Celebrou missa no Patrimônio de Nosso Senhor dos Passos, em terras que seriam depois a Fazenda RilIo. Esse patrimônio fora doado ao Nosso Senhor dos Passos, por José Pinto Caldeira e esposa, em 1863. Havia ali uma capelinha que de vez em quando recebia a visita do vigário de Rio Preto. O local foi habitado por algum tempo posteriormente foi vendido, conservando-se apenas o primitivo cemitério e cerca de seis mil metros quadrados, onde havia uma antiga capela, que fora iniciada por Frei Domingos em 1914 e concluída em 1920. Em 1907 Manoel Bento da Cruz - que loteava e vendia terras nesta região - conseguiu de Eduardo José Castilho e de sua esposa, Ana Melvira de Castilho, cem alqueires de terra para os Capuchinhos no local denominado “Maria Chica”, cujo nome verdadeiro era Maria Francisca do Carmo. Era viúva de Alexandre Ferreira de Souza, que tinha ali uma casa de comércio. A escritura da doação foi lavrada no dia 7 de dezembro de 1907 em Rio Preto. No dia 2 de setembro de 1908, Manoel Bento da Cruz escrevia para Frei Bernardino pedindo-lhe urgência na vinda dos Capuchinhos para a região. Dizia: “... a casa está pronta estação obtida o patrimônio povoa-se já temos de 12 a 15 casas com um efetivo de cem almas mais ou menos”. Aos 21 de outubro de 1908 chegaram os Freis: Bernardino, Boaventura, Sigismundo de Canazei e José de Cassana. No dia 25 desse mês, Frei Bernardino celebra a primeira missa da fundação da cidade. Os Freis passaram a residir na conhecida “PRIMEIRA CASA DOS FREIS”, que está localizada na Rua dos Capuchinhos.
 
A CONSTRUÇÃO DA IGREJA, DO PRIMEIRO CONVENTO E DO COLÉGIO
No dia 15 de novembro de 1909, Frei Domingos de Riese, que aqui chegara no dia 10 de setembro, lançou a primeira pedra da nova residência (convento) e da igreja. A obra foi dirigida por frei José de Cassana e inaugurada no dia 4 de junho de 1910. As das classes da Escola fundada pelos freis passaram a funcionar provisoriamente no novo conjunto. Aos 23 de outubro de 1912 o Padre Provincial de Trento, Frei Afonso de Condino, benzia a primeira pedra do novo Colégio que foi inaugurado no dia 29 de julho de 1913. Tendo-se a igreja tornada pequena demais, no de 23 de abril de 1916 o vigário Frei Ricardo de Deno, acompanhado com Frei Bernardo de Vezzano e Frei Domingos de Riese, abençoava a pedra fundamental de um novo templo. Em 1917 foram abertos ao público a Capela-mor e dois altares laterais. Nesse mesmo dia, Frei Ricardo benzia o belo conjunto “São Francisco e Jesus Crucificado”, que está hoje no nicho do altar-mor. Esse conjunto é de madeira, inspirado no original quadro homônimo do pintor espanhol Murilo, que representa São Francisco descendo Jesus da cruz. O conjunto foi talhado na Itália e é obra do artista austríaco Fernando Perathner. Esta obra custou 500 mil réis no tempo. Por falta de fundos, as obras ficaram paralisadas por três anos, sendo retomadas em 1920. A planta da igreja é de Frei Domingos de Riese um projeto do arquiteto Geranio Lorini foi analisado e não aprovado porque era muito “sofisticado” e caro. Com grandes solenidades o novo Templo foi inaugurado no dia 25 de fevereiro, após uma série de palestras para a Comunidade, pronunciada por Frei Luís de Santana, grande orador sacro - que posteriormente foi eleito Bispo de Botucatu. A Missa foi solene, acompanhada por grande orquestra, dirigida pelo músico e compositor Frei Alberto de Stravino. Nesse dia, foi realizada a bênção da grande imagem de Nossa Senhora do Rosário, esculpida em madeira (hoje está na Capela do Santíssimo). Foi doação da Irmandade de Nossa Senhora do Rosário. Na ocasião era Vigário da Paróquia Frei Salvador de Cavêdine. Segundo o cronista do Convento, os encarregados da obra da nova igreja demoliram, porém, dois pedaços da construção, explicando que a igreja seria muito grande e ficaria muito cara mas se enganaram - diz o cronista porque a demolição ficou tão cara quanto à construção que deveria ser feita. E os responsáveis perceberam bem depressa o erro que tinham cometido. Nessa mesma solenidade foi proposta a construção de uma torre para a igreja. Coisa realizada bem depois, num período de sete anos. O alicerce da torre foi benzido no dia 10 de agosto de 1947, depois de uma missa campal celebrada pelo vigário Frei Policarpo de Spera. A inauguração deu-se no dia 10 de outubro de 1954, em cerimônia presidida pelo Bispo diocesano, Dom Henrique Gelaim. A grande cruz que fica em cima da torre, mede 4 metros de altura e tem 2,10 m de braços pesa 120 quilos, e foi colocada no dia 11 de fevereiro de l953.
 
O SANTUÁRIO
Diz o historiador da Província, Frei NeIson Berto: “Aos 9 de outubro de 1955, solenizando as festividades do Padroeiro e consagrando todo o desenrolar de Romarias que anualmente demandavam a Penápolis para agradecer e honrar o Santo de Assis, o Bispo diocesano, Dom Henrique Gelaim, conferia o Título de SANTUÁRIO à nossa Matriz. Era Vigário Frei Henrique de Pirassununga. Desde 5 de outubro de 1924, inúmeros romeiros das capelas rurais e das cidades vizinhas (Lins, Glicério, Araçatuba, Barbosa, Birigui, Promissão, Avanhandava e outras), faziam suas romarias até aqui. No citado dia 5 de outubro, cerca de 500 fiéis de Birigui, dirigidos por Frei Vital de Moena, às 9 horas adentravam o templo franciscano para levarem “aos pés de São Francisco de Assis os votos de um povo agradecido por se ter visto livre das “GOADAS”. Desde esses tempos o povo já falava do Santuário de Penápolis. Complementando as obras do templo, em 24 de setembro de 1961, sendo vigário Frei Fulgêncio Tomazella, foram inauguradas as escadarias da Igreja. Em 17 de setembro de 1979, Frei Cirilo Bergamasco, pároco, iniciou profunda reforma no templo e no Convento - uma novidade que descaracterizou o projeto original. As obras foram concluídas em 4 de outubro de 1980. E o conjunto foi inaugurado na noite de Natal desse mesmo ano. Em setembro de 1992 todo o interior do templo foi pintado, como também foram restaurados os artísticos vitrais franciscanos. As antigas fundações da igreja, feitas à base de estacas de aroeira, foram também refeitas com estaqueamento em concreto para reforçá-las. Nesse tempo foi construído o conjunto de salas e salão paroquiais. Era pároco nesse período Frei Saul Perón. Em 1998 foram concluídas as obras do salão paroquial e construída nova e vigorosa escadaria do Santuário, em granito e pedras portuguesas, sendo pároco Frei Alonso Pires. Em 1999 foram feitas a nova Secretaria paroquial e a nova entrada para o Convento. Nesse tempo foram pintados, exteriormente, o Santuário e o Convento.

 

 
 
 
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