Ao comprar carnes e produtos de origem animal, os consumidores devem ficar atentos à origem dos alimentos. O alerta é da Secretaria de Agricultura, Abastecimento e Meio Ambiente e do Serviço de Inspeção e Fiscalização dos Produtos de Origem Animal da Secretaria de Saúde que reforçam os riscos de consumir carnes sem inspeção sanitária.
O consumo de carnes provenientes de abate clandestino representa sério risco à saúde pública, podendo transmitir diversas doenças, como brucelose, tuberculose, salmonelose, leptospirose, toxoplasmose, além de intoxicações alimentares causadas pela falta de higiene no processamento e armazenamento inadequado dos produtos.
Os produtos sem inspeção não passam por avaliação veterinária e sanitária, sendo impossível garantir a sua procedência, qualidade e segurança do alimento consumido pela população.
Além dos riscos à saúde, o abate clandestino é considerado crime, sujeito às penalidades previstas na legislação sanitária, ambiental e criminal vigente. A prática irregular também causa danos ambientais, contaminação de solo e cursos d’água, além de colocar em risco toda a coletividade.
A orientação é para que a população adquira carnes e produtos de origem animal apenas em estabelecimentos regularizados e fiscalizados pelos órgãos competentes. O consumidor deve verificar a presença dos selos de inspeção sanitária, como do Serviço de Inspeção Municipal, do SISP (Serviço de Inspeção de Produtos de Origem Animal) ou do SIF (Serviço de Inspeção Federal).
Caso qualquer munícipe tenha conhecimento de locais onde estejam ocorrendo abates clandestinos, descarte irregular de resíduos ou comercialização de produtos de origem animal sem inspeção, a denúncia pode ser realizada de forma anônima através dos canais oficiais.
As denúncias podem ser feitas pela Ouvidoria Municipal, telefone 156 (ligação gratuita), além da Polícia Ambiental pelo telefone 3653-1492 e Polícia Militar, 3652-0110. A colaboração da população é fundamental para garantir a saúde pública, a segurança alimentar e o combate às práticas irregulares no município.
Secom - PMP









